Incerto de certas certezas incertas

•maio 7, 2011 • Deixe um comentário

Para onde ir, como ir, porque ir?

Para onde não ir, como não ir, porque não ir?

Estou de saco cheio do Ying e Yang da vida e de seus resultados na minha cabeça. As vezes preferia simplesmente ser obrigado a tomar um certo caminho que ai ele não seria certo ou errado, simplesmente seria o único.

Como ir a um estacionamento e ter todas as vagas a sua disposição ou a um restaurante e ter todas as mesas livres.

Até o ensino médio foi fácil, eu simplesmente tenho que passar pelo fundamental, pelo médio e é igual para tudo mundo, algumas diferenças entre colégios, mas nada demais. E agora na faculdade?

Escolho um caminho, e com certeza será incerto e o mais certo que você terá é a incerteza.

Este curso é pra mim?

Eu gosto do que aprendo?

Eu quero trabalhar com isso?

Vou me sustentar disso?

Vou viver disso?

A grande moral é que ninguém sabe, por horas que pense, por dias que pesquise, por anos que estude a resposta sempre será: Não sei.

Ai vem o momento importante, aceitar esse não sei e não tentar se enganar criando uma certeza de uma incerteza, aceite o incerto com a certeza de que você não sabe. Alguns indícios vão te levar aos poucos pra cada lado da tênue linha entre o certo e o errado, o bom e o mau, mas nunca o suficiente pra diferenciá-los.

Acredito, claro que é um completo chute, que no fim, na velhice, o importante é você olhar pra trás e ver com clareza que não foi o caminho certo ou errado, foi simplesmente o caminho que você seguiu. Certo de sua incerteza, incerto da certeza: Não sei. E não preciso saber.

Cara, sei la que título botar

•abril 4, 2011 • Deixe um comentário

Quero dar uma sacada genial, quero tirar algo do bolso e rir do que saiu.

Como faz? De onde vou tirar isso e como? É algo tão do nada que acontece, mas quando eu quero que saia não sai. Eu quero rir do que eu tenho a dizer, mas e se eu não tiver nada a dizer? Eu não vou rir de mim então.

É um dos pequenos problemas que o twitter trouxe a minha vida, em 140 caracteres eu quero falar algo imbecil e ficar relendo e rindo da minha própria imbecilidade. Ninguém mais ri, eu sou daqueles que faz a piada e ri dela. Gosto quando riem juntos e não me importo muito quando não o fazem.

Twitter ainda, eu mando coisas pra 30 followers, é praticamente só pra mim mesmo! HÁ!

Momento não criativo, sem graça e bem nessas horas eu escrevo um texto pro blog retardado e desnecessário, porque será que só tem lixo nele?

Porra, na boa, pra que tentar? Ainda mais que no blog são quatro pessoas que vão ler no máximo, e isso ainda porque eu que vou enviar o link…

To curtindo a felicidade de dormir a tarde e não estar caindo de sono as 22h ainda então não tem problemas eu escrever algo completamente sem sentido.

E cara relendo isso como eu xinguei hein? Caralho preciso voltar a lavar a boca com sabão, Professora Chica sempre me obrigava, a peste da segunda série, expulso da sala diariamente e deliberadamente coçando o nariz com o dedo do meio voltada a ela, é eu sabia irritar as pessoas, e cadê aquele inimigo que eu pedi de natal?

Water under the bridge

•março 6, 2011 • Deixe um comentário

I feel like I finally took down the barrier that stood on the way of the water flow.

Without that flow I could never feel free, that volume of water would just stay still there, doing nothing but creating mosquitoes and getting lots of seagull poop.

The stagnated water would just decant and we would be able to see layers of dead bodies, mosquitoes, men’s semen and manure.

And a huge thing about learning how to get trough tough situations is knowing how to instead of building a dam you build a bridge so that the water can flow and so you and your emotions.

The huge point to me about this is that after quite some time I can feel free from any knockback from pass emotions. I am secure about my decisions and even more, I support myself in keeping then!

All that I needed it was one little thing of master importance: a new piece to my puzzle board.

After seeing and analyzed everything step by step calmly I felt everything I had to feel to a point that my next step would be to simply move on, and so I did with my brand new piece to the puzzle of my life.

Pieces and holes

•fevereiro 28, 2011 • Deixe um comentário

Ligeiramente confuso começo esse texto, o ar mais fresco da frente fria que acaba de entrar em Florianópolis anestesia o meu cérebro e acalma meu coração. Não que eu não goste do calor do verão nem que ame o inverno, eu gosto da mudança.

A mudança do tempo, da vida, do amor, do conhecimento e desconhecimento.

Quero cortar o cabelo para mudar.

Quero me tatuar para mudar.

Quero estudar para mudar. A estagnação me incomoda, seja estagnado como um milionário ou como um empregado comum, o importante é que eu me mantenha adaptando, seja ao tempo ou a situação.

A situação atual é de adaptação, a falta de alguém ou até o excesso de outros, buracos que gostaria de preencher, mas com a peça certa, da mesma maneira que a peça em formato de estrela não entra no buraco quadrado.

Nada me adianta forçar a peça errada no buraco, ou vou estragar o buraco e deixá-lo irreconhecível ou a peça em si não será mais ela. O importante é: eu aceitar que ela não deve entrar ali.

Aceitar é o mais difícil, estar tão bem com as coisas, parar de tentar impor as suas vontades ao mundo e deixar que elas aconteçam.

Termino dizendo, a insatisfação que sentimos normalmente nas nossas relações sejam amorosas ou de amizade está em tentar colocar a peça errada no buraco errado, por maior que seja a sua vontade de interpretar isso sexualmente.

Mordidas

•fevereiro 15, 2011 • 1 Comentário

Há infinitas rotas para voltar para casa. Um belo dia decido sair do meu caminho normal e ir por outro e lá encontro um cachorro. Era bonito e aparentemente dócil, nem latir para mim  ele latia enquanto eu me aproximava, só foi eu ficar há poucos metros dele que fui mordido ferozmente.

Dia após dia eu voltava para casa pela rota do cachorro e era mordido de novo. De novo. De novo…

Minha mãe já falava “Porque você continua a ir por lá? Pegue o caminho antigo!”.

E no dia seguinte estava eu voltando para casa com mais uma mordida.

Meu irmão dizia “Cara chuta esse cachorro quando ele for te atacar.”.

Novamente mais uma mordida.

Eu tentava conquistá-lo. Levava salsicha, ossos, bolinhas e todo tipo de brinquedo. Nesses dias ele comia a salsicha parecia amigável, mas logo que acaba estava novamente com seus dentes me furando.

O fato é: Se eu for por lá serei mordido então é um raciocínio simples. Não vá por lá.

Continuo a ir e tentar agradar ao cachorro, mas sempre resultando em mais uma mordida.

Um dia olho para a rua do cachorro, analiso minhas feridas e pego a rua ao lado. O latido do cachorro me chamava ao longe, derrotado fui embora e dessa vez sem dor.

Derrotado? Como perder uma batalha que não foi travada? O cachorro com certeza não se considera vencedor por nunca mais ter me visto. Na realidade eu desisti, não desisti de tentar conquistar o cachorro, mas desisti de deixá-lo me morder, desisti da dor e do sofrimento, desisti de impor mais barreiras a minha vida do que ela já tem, desisti de deixar de seguir em frente para seguir em frente.

O pode“. _ .” do tédio.

•fevereiro 1, 2011 • Deixe um comentário

Se há algo que eu não faço no meu trabalho é procrastinar, o funcionário perfeito! Trabalho dado é trabalho cumprido. Mas é claro que para procrastinar eu deveria ter algo para fazer.

Então escrevo esse texto enquanto trabalho, ai eu posso procrastinar essa tarefa ………………………………………………………………………………………………

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(e eu fiquei segurando o ponto por todo esse tempo, já tornou útil 1min do trabalho!)

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(eu realmente fiz isso? Cara eu preciso conseguir jogar meu DS enquanto trabalho sem que ninguém veja.)

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……..

(no Word parece que a distancia entre os pontos fica variando, é bem bizarro parece código Morse se você olhar de perto, mas que só fala uma letra, é sempre “.    ..    .” considerando os dois pontos juntos um longo “.   _   .”, posso resumir:)

RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR

RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR

RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR

RRRRRRRRRRR

(eu realmente consultei uma tabela de código Morse.)

E não é que saiu alguma coisa legal desse lixo todo?

 

Qualquer coisa

•janeiro 7, 2011 • 1 Comentário

Novamente em meio a ociosidade padrão das férias venho a querer escrever e dizer coisas sem sentido sobre momentos sem nexo. Idéias de texto eu até tive durante esses meses entre cada postagem do blog mas como de costume nada é anotado e, portanto, é esquecido.

Venho aqui confundir a minha mente com mais confusão – até sinto começando uma propagando de um filme da sessão da tarde – é eu nao escapo de um comentario besta e desnecessário, até aqui que eu vim com a mais sincera vontade de falar algo sem ponto mas com alguma profundidade começa as besteiras.

Penis, cavalo, elefante.

eu só sei aleatorizar essas palavras?

Deus me programou mal, random todo mal feito.

RETOMANDO, a mente divaga nesses momentos ociosos, o dia todo pensando no que quer, no que nao quer, aonde vai, que dia vai por que e por quem vai.

Chega a noite, o sono nao chega. A mente não só mantem os pensamentos condensados de todo o dia mas os intensifica, você deita para dormir mas nao dorme.

O que vem são pensamentos mais fortes, mais irracionais, mais ainda fora de contexto.

Ontem 4:30 am só me restou socar a cama e reclamar.

Reclamar do que eu nao fiz, reclamar do que eu quero fazer mas me recuso, reclamar do que nao foi feito por mim.

É aí que está o problema, o lado racional diz: 1 + 1 = 2

o lado emocional diz: 1 + 1 = 3

e o corpo escreve na resposta: 4

Perdido em um mar de indecisão, cansado demais de nao fazer nada, com energia demais para simplesmente parar.

Fundo do poço

•dezembro 31, 2009 • Deixe um comentário

Abro a porta. Minhas narinas são atacadas violentamente por uma mistura de uréia e fezes, o incomodo vai até o meu cérebro. Insuportável. Buscando não desmaiar e suportar aquele lugar, levanto meu braço direito e viro a cabeça, respiro através da manga da camiseta em meu ombro. Puxo o ar até o limite de meus pulmões e segurando-os cheios abaixo o braço. Viro e fecho a porta encostando na maçaneta, enojado imaginando o que já havia tocado nela. O cheiro continua forte e o ar dentro de meus pulmões reclama por liberdade. Viro e encontro-me de frente ao espelho. Os anos de vida finalmente me alcançaram. Rugas, pés de galinha, palidez. Como pude afundar tanto na vida? O fundo do poço nunca chega? Amigos de outras décadas já tentaram me tranqüilizar com o papo de que não há como ficar pior, mas fica. Como uma bola de neve descendo a montanha sem fim. O vidro está quebrado. Uma fatia de meu reflexo segue outra direção. Minhas orelhas não ficam no meu nariz. O bolor da moldura do espelho é evidente, o que mostra a umidade elevada daqui. Um barulho repetitivo de ventilador trepida em meus tímpanos, afeta o meu cérebro e prejudica minha estabilidade. Periódico, igual e constante, do tipo que induz ao suicídio. O local é apertado, possui a mesma altura e largura da porta e comprimento pouco maior. Com certeza nenhum claustrofóbico agüentaria mais que dez segundos aqui. Mas era minha obrigação estar ali, um ultimo recurso, uma ultima esperança, uma necessidade. Mexo meus pés meio metro adentro, o maior passo possível. Enquanto direciono meus olhos e mãos ao meu cinto, noto o chão molhado, amarelado. Meus pés estão protegidos por um simples chinelo com sola de um centímetro. E se aquele liquido encostasse em mim? E o fim do poço que nunca chega? Solto todo o ar do pulmão, levanto meu braço, e encho-o novamente até a boca. Levanto a fivela do cinto e a retiro do buraco no couro. Abro o botão das minhas calças e puxo o zipper para baixo. Tiro a cueca do caminho. E urino ali, na água do vaso sanitário manchado nas bordas por pistoleiros destreinados, desgastado e corroído pelo tempo e uso, sendo mais uma vez gasto. Três gotas e duas mexidas e acabei. Subi a cueca, zipper, fechei o botão e o cinto. Puxei mais ar nos meus ombros. Faltava a descarga, a pior parte de qualquer ida ao banheiro. Dessa vez não era uma maçaneta do lado da privada, nem uma corda encardida cutucando a minha testa. Era um botão na privada que nascera branco, e agora amarelo, deveria ser apertado. Cuidadosamente com o dedo do meio o coloco sobre o botão e aperto com a maior força e rapidez possível, tentando privar-me do maior tempo possível dentro da privada. A água amarela entra em espiral e da lugar à transparente água sanitária. Mais meio passo de volta a posição de entrada. Defronte ao espelho novamente, pulmões meio cheios ainda e segurando. Viro a torneira da esquerda, nada acontece. Viro a da direita e a água desce e escorre pela pia bege com marcas pretas de sujeira. Molho as mãos e procura por um sabonete. Não há. Esfrego as mãos e deixo a água escorrer por alguns segundos e fecho a torneira e também não há papel para secar as mãos. Penso em secar na camiseta, mas é fácil notar uma camiseta molhada. Enfio as mãos no bolso da minha calça e seco ali mesmo. Com pequenos passos tento girar em direção a porta sem encostar em mais nada, estendo a mão e aperto a maçaneta para abrir. Gostaria de poder lavar as mãos novamente. Tarde demais, meus pulmões agora suplicam por ar fresco, era só puxar a porta e liberdade. Sai do banheiro deixando a porta aberta, a passos largos vou me retirando da loja de conveniência do posto de gasolina. A dor da vida passou um pouco já que pelo menos eu não estava mais lá dentro. O banheiro de posto, a última alternativa, o fundo do poço.

Coelhos no papel higiênico.

•julho 10, 2009 • Deixe um comentário

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Algo anda me incomodando nos últimos meses, é um assunto recorrendo no universo pequeno e pouco criativo da minha mente onde tudo é obscenidade ou escatológico. E mantendo os padrões cerebrais ai vem.

Vocês já notaram uma marca particular de papel higiênico que vem com um coelhinho desenhado? E ainda rosinha (pelo menos no que eu tenho). Alguém poderia explicar-me a razão de um COELHO?

Comecemos a ponderar:

1 – Coelhos são brancos e fofos, portanto ao ver um coelho você instantaneamente pensa: “Humn não vai machucar meu orifício”;

2 – Homens da idade da pedra usavam coelhos para se limpar;

3 – Coelhos são cheirosos;

4 – Coelhos são limpos;

5 – Um desejo interior de todo homem sujar o que é branco e vivo, no caso um coelho.

6 – “Mwuhauha olha como ao me limpar com esse papel eu ataco a fauna e a flora ao mesmo tempo!”.

7 – Alguém achou que ia ser fofo (detalhe no coração desenhado).

8 – São feitos de pele de coelho.

Opções absurdas, é claro, mas diante das circunstancias é o melhor que posso conseguir.

Mas vamos lá, metodologicamente conseguiremos uma resposta! Nem que eu tenha que sentar no banheiro o dia todo, adormecer minhas pernas, saber de cor a quantidade de azulejos da parede ou ler todos os gibis da Mônica.

É ta, eu não fiz nada disso, alguém simplesmente achou que ia ser bonito. “Ohh que bonitinho, vou me limpar com você coelhinho fofo.”.

Um dia criativo no msn.

•abril 7, 2009 • Deixe um comentário

Anna diz:
uahuahauhauhauauahuahuah
acho dificil, leo
vc tem talento
vc dá pra jornalista ! (haha ta, ta.. é dubio, mas aí é que tá a “graça”)
| Leonardo | diz:
UHAHUAHAUHAHUAAH
mas isso me faria, gay
Anna diz:
será?
hahah
| Leonardo | diz:
ah nao ser q seja uma jornalista mulher, mas eu estarei dando
entao ainda seria tipo gay
Anna diz:
huahuauahau
meio gay
como meio com cu na mao
sacou ?
| Leonardo | diz:
aham
eh
seria meio gay
mas gay nao tem q ser do msm sexo?
Anna diz:
hmmm
se a mulher fosse meio lesbica
| Leonardo | diz:
ela ainda seria mulher
mas lesbica
Anna diz:
olha
dificil pergunta
de complexa resposta
| Leonardo | diz:
show me what you got
Anna diz:
ela seria meio mulher
meio homem
um hibrido
rs
| Leonardo | diz:
entao no seu ponto
um cara q curte lesbicas
eh meio gay?
Anna diz:
acho que sim.
pq provavelmente deve ter uma queda pelo lado masculino mais acentuado das supracitadas lesbicas
| Leonardo | diz:
humn certo
entao temos algumas situaçoes
o cara da pra uma mulher normal
pq ele curte dar
e ele da pra uma lesbica
entao ele seria meio gay na primeira
e 75% gay na segunda?
Anna diz:
(eu to morrendo de rir)
acho que não tem isso de percentual, independente do quanto o cara dê para alguma coisa
nem que seja para um hibrido
ahuahauha
| Leonardo | diz:
como assim
quanto?
Anna diz:
ou ele é meio gay
ou é gay
ou não é
a percentagem é 0, 50 ou 100%
huahauha
| Leonardo | diz:
ta, analisando como 0, 50 e 100% gay
exite o 50% entao?
Anna diz:
sim, claro
| Leonardo | diz:
q seria o caso de dar pra uma mulher normal?
Anna diz:
pra lesbica, nao ?
cara q papo de doido
ahhaha a
| Leonardo | diz:
por isso eu acho q existe o 75%
mas se vc considera dar pra uma guria normal q vc se sente atraido
50% gay
dar para uma lesbica tem q ser algo a mais
mas nao 100%
sendo 75%
q tal?
Anna diz:
makes sense
mas é mto proximo de 100
| Leonardo | diz:
60%?
Anna diz:
é, acho que é por ai
uahauhauhauhauah
| Leonardo | diz:
ta ok
da pra aumentar aki
mas acho q vai ficar nojento
auhauhuhaauhuha
Anna diz:
como ?!

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