Coelhos no papel higiênico.

•Julho 10, 2009 • Deixe um comentário

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Algo anda me incomodando nos últimos meses, é um assunto recorrendo no universo pequeno e pouco criativo da minha mente onde tudo é obscenidade ou escatológico. E mantendo os padrões cerebrais ai vem.

Vocês já notaram uma marca particular de papel higiênico que vem com um coelhinho desenhado? E ainda rosinha (pelo menos no que eu tenho). Alguém poderia explicar-me a razão de um COELHO?

Comecemos a ponderar:

1 – Coelhos são brancos e fofos, portanto ao ver um coelho você instantaneamente pensa: “Humn não vai machucar meu orifício”;

2 – Homens da idade da pedra usavam coelhos para se limpar;

3 – Coelhos são cheirosos;

4 – Coelhos são limpos;

5 – Um desejo interior de todo homem sujar o que é branco e vivo, no caso um coelho.

6 – “Mwuhauha olha como ao me limpar com esse papel eu ataco a fauna e a flora ao mesmo tempo!”.

7 – Alguém achou que ia ser fofo (detalhe no coração desenhado).

8 – São feitos de pele de coelho.

Opções absurdas, é claro, mas diante das circunstancias é o melhor que posso conseguir.

Mas vamos lá, metodologicamente conseguiremos uma resposta! Nem que eu tenha que sentar no banheiro o dia todo, adormecer minhas pernas, saber de cor a quantidade de azulejos da parede ou ler todos os gibis da Mônica.

É ta, eu não fiz nada disso, alguém simplesmente achou que ia ser bonito. “Ohh que bonitinho, vou me limpar com você coelhinho fofo.”.

Um dia criativo no msn.

•Abril 7, 2009 • Deixe um comentário

Anna diz:
uahuahauhauhauauahuahuah
acho dificil, leo
vc tem talento
vc dá pra jornalista ! (haha ta, ta.. é dubio, mas aí é que tá a “graça”)
| Leonardo | diz:
UHAHUAHAUHAHUAAH
mas isso me faria, gay
Anna diz:
será?
hahah
| Leonardo | diz:
ah nao ser q seja uma jornalista mulher, mas eu estarei dando
entao ainda seria tipo gay
Anna diz:
huahuauahau
meio gay
como meio com cu na mao
sacou ?
| Leonardo | diz:
aham
eh
seria meio gay
mas gay nao tem q ser do msm sexo?
Anna diz:
hmmm
se a mulher fosse meio lesbica
| Leonardo | diz:
ela ainda seria mulher
mas lesbica
Anna diz:
olha
dificil pergunta
de complexa resposta
| Leonardo | diz:
show me what you got
Anna diz:
ela seria meio mulher
meio homem
um hibrido
rs
| Leonardo | diz:
entao no seu ponto
um cara q curte lesbicas
eh meio gay?
Anna diz:
acho que sim.
pq provavelmente deve ter uma queda pelo lado masculino mais acentuado das supracitadas lesbicas
| Leonardo | diz:
humn certo
entao temos algumas situaçoes
o cara da pra uma mulher normal
pq ele curte dar
e ele da pra uma lesbica
entao ele seria meio gay na primeira
e 75% gay na segunda?
Anna diz:
(eu to morrendo de rir)
acho que não tem isso de percentual, independente do quanto o cara dê para alguma coisa
nem que seja para um hibrido
ahuahauha
| Leonardo | diz:
como assim
quanto?
Anna diz:
ou ele é meio gay
ou é gay
ou não é
a percentagem é 0, 50 ou 100%
huahauha
| Leonardo | diz:
ta, analisando como 0, 50 e 100% gay
exite o 50% entao?
Anna diz:
sim, claro
| Leonardo | diz:
q seria o caso de dar pra uma mulher normal?
Anna diz:
pra lesbica, nao ?
cara q papo de doido
ahhaha a
| Leonardo | diz:
por isso eu acho q existe o 75%
mas se vc considera dar pra uma guria normal q vc se sente atraido
50% gay
dar para uma lesbica tem q ser algo a mais
mas nao 100%
sendo 75%
q tal?
Anna diz:
makes sense
mas é mto proximo de 100
| Leonardo | diz:
60%?
Anna diz:
é, acho que é por ai
uahauhauhauhauah
| Leonardo | diz:
ta ok
da pra aumentar aki
mas acho q vai ficar nojento
auhauhuhaauhuha
Anna diz:
como ?!

———————-DETALHES NÃO NECESSÁRIOS —————————-

My Love for Spoof Comedy (Meu amor por sátiras)

•Julho 20, 2008 • 3 Comentários

Hoje (como se escrevesse diariamente) resolvi escrever sobre o meu gênero favorito de filmes: Sátiras. Porque eu gosto tanto delas? Acredito que seja por que fui criado vendo esses filmes, Hot Shots (Top Gang), Naked Gun (Corra que a policia vem aí) e muitos outros, seja na sessão da tarde ou alugando. O que mais me chama a atenção nesses filmes é fato de juntar piadas de comédias normais ambientando e usando como base outra obra cinematográfica que eu já vi em outro lugar. Explicando de uma maneira mais clara: além de rir da piada você ri do fato de saber a origem dela “caçoando” por assim dizer. Não sei se quem está lendo é o tipo da pessoa que vê um filme de outro gênero, não sendo o em questão, e fica pensando em momentos para piadas e como elas poderiam ser e rindo da própria idéia, o que tornaria o entendimento desse texto mais fácil.

Mas o problema é como esses filmes caíram de nível, digo isso porque eu vi Epic Movie (introduzir título em português aqui) e pensei seriamente se viver valia a pena depois. Outra coisa importante a se saber sobre mim para entender a minha review (análise) desse e de todos os filmes é entender meu método de avaliação. Além de ser algo intuitivo e pouco matemático acredito que não seja muito diferente de qualquer crítico hollywoodiano (que vem de Hollywood [cidade famosa por ser o centro das produções cinematográficas nos EUA]) embora menos detalhado. Enquanto eu assisto a obra, e como estou me referindo a sátiras, fico analisando quantas vezes a seguinte frase vem a minha cabeça: “Eu faria melhor”. Uma dessas já é bem ruim para um filme, em Epic Movie eu falei isso em todas as tentativas de piadas e ainda no fim pensei num desfecho que seria muito engraçado e me deparei com algo muito pior que a morte sob tortura de ver esse filme novamente sem o final vinculado.

“Eu faria melhor” expressa basicamente o seguinte: se eu faço melhor que o cara que escreveu ou dirigiu, significa que ele é inferior a mim nesse quesito “fazer filmes serem engraçados” embora eu mesmo não faça filmes at all (de maneira alguma). Não aceitaria ver nada de alguém menos capacitado que eu. Então bem simples, se durante todo o tempo de execução eu não pensei na dita frase o filme recebe o Leonardo’s Seal Of Approval (Selo de Aprovação do Leonardo) e eu digo que é o mais engraçado e melhor que já vi embora mesmo eu sendo sincero, é sempre mentira.

Um filme relativamente novo de sátiras que eu gosto, mas devo dizer que não tanto quanto os antigos é Scary Movie (Tudo Mundo em Pânico). É engraçado e criativo, mas fico triste por não ver filmes de terror com regularidade para entender as referencias, talvez seja por isso que eu não ache genial.

Preciso dedicar pelo menos um parágrafo falando que das sátiras consideradas atuais Austin Powers recebe o Selo.

Agora sinto a necessidade de falar de todas as sátiras que eu adoro e inclusive dizer as melhores que eu já vi e pedir para que me indiquem mais. As que listarei agora eu já vi mais de uma vez cada uma pela falta de algo novo que possua o Meu Selo.

- Hot Shots! E Hot Shots! part Deux. (Top Gang 1 e 2)

- Loaded Weapon (Maquina Quase Mortifera)

- Airplane (Apertem os cintos o piloto sumiu)

- Robin Wood: Man in tights (As loucas loucas aventuras de Robin Wood)

- SpaceBalls (com certeza não é Bolas Espaciais)

- Naked Gun (Corra que a policia vem aí)

- Spy Hard (Duro de Espiar)

- Austin Powers

Há muitos outros filmes além desses mas não fiquem me incomodando com “você esqueceu desse:”.

Adoraria ficar escrevendo sobre cada um dos filmes acima e muitos outros que eu tanto gosto, desse gênero que está morrendo na freqüência que saem produções novas e na qualidade delas, mas pela falta de vontade e como esse texto já está grande demais ao ponto de ninguém querer chegar até essa ultima frase resolvi termina-lo agora, mesmo com vontade de falar sobre filmes de comédia como Kung Pow e criticar um amigo que falou mal dele e citar The Simpsons, (Os Simpsons) a série que morreu.

Querido diário.

•Junho 21, 2008 • 2 Comentários

Querido diário, hoje o meu despertador tocou as oito e cinqüenta e cinco da manha, como havia previamente programado para assistir à corrida da Fórmula Um que começaria as nove. Esses cinco minutos de bônus não são para pode usar o botão da soneca e sim para dar tempo de descer as escadas e pegar uma xícara de café e subir correndo para ver a largada. Interessante que essa quantidade de café me permite ficar acordado até as últimas dez voltas quando, por estar deitado na cama e quentinho dentro do cobertor, o sono começa a vencer e tenho que lutar contra ele sacudindo a cara ou segurando as pálpebras abertas. Quando acaba a corrida é uma delicia, desligo a televisão, viro pro lado e durmo o “melhor sono do mundo”.

Por volta do meio dia e meia eu acordei pela segunda vez no dia, mas dessa vez em definitivo. Espreguiço-me entortando como se estivesse tendo alguns espasmos musculares e levantei para ir almoçar. Nesse almoço eu comi mais que o normal já que era domingo, o dia que meu pai prepara o almoço, e a gula é mais forte que a própria fome.

Depois de comer, estando absurdamente cheio, precisava fazer algo deitado então resolvi ver Batman Begins porque é um filme que merece ser visto diversas vezes. Após o filme fui para o computador e comecei a conversar com um amigo, ele falou que não gostava de Kung Pow e eu fui obrigado a pegar no pé dele alegando que ele não achava bom porque não sabia inglês, e ainda insisto nessa hipótese (esperanças de vê-lo reclamar desse texto).

Então às três horas da tarde, o ápice desse meu dia, eu tomei café e comi um bombom, uma bomba de prazer.

Foi ai que as coisas começaram a se tornar interessantes, resolvi escrever no meu querido diário, sim você que está sendo escrito agora, é você mesmo, agora eu vou escrever em você de novo enquanto escrevo em você sobre você, nossa.

Uma pausa de cinco minutos…

Bom então eu escrevi sobre o meu dia no diário, falando querido diário, hoje o meu despertador tocou as oito e cinqüenta e cinco da manha, como havia previamente programado para assistir à corrida da Fórmula Um que começaria as nove. Esses cinco minutos de bônus não são para pode usar o botão da soneca…

Desculpe-me.

Depois de escrever me arrumei e fui dormir.

Poema egocêntrico.

•Junho 20, 2008 • 1 Comentário

Existem muitos Eus

O Eu feliz

Triste

Mal humorado

Bem humorado

Engraçado

Irritado

Ansioso

Mas Eu sempre sou foda.

Stop falling on the floor!

•Maio 3, 2008 • 1 Comentário

Por: Leonardo

Entre diversos defeitos e virtudes que possuo, uma especificamente, me incomoda: a total incapacidade de não derrubar líquidos e coisas como açúcar e pó de café. A razão pela qual eu particularmente odeio esse problema é as suas repercussões como ter que limpar tudo.

Bom, vou relatar algo bem comum nas minhas atividades diárias que é fazer café e em seqüência tomá-lo. Primeiro pego a jarra de água e a encho, sem derrubar nada – exceto aquelas gotas que ninguém vê – depois coloco a água no fogo para ferver e começo a colocar pó de café no coador, é aí que eu derrubo um pouco sem grandes danos e nem trabalho para limpar. Escôo, sem erro, o café que agora está pronto e me direciono para colocá-lo na garrafa térmica e descubro que fiz com água demais e na hora de fechar espirra para fora. Limpeza número dois é mais complicada, pois preciso secar toda a garrafa e principalmente o fundo para não ficar marcando todo o lugar que ela parar.

O momento da sujeira surge desta etapa em diante. Coloco o café na xícara e erro algumas gotas e depois adiciono leite até chegar à cor que eu considero gostosa, o que infelizmente nunca acontece porque eu sempre encho de muito café e tento compensar com leite sem ter espaço, deixando o copo completamente cheio, e o pior de tudo é que ao colocar o leite eu derrubo por causa daquele buraco na caixa que quando você vai inclinar de pé novamente ele espirra de novo como se fosse uma arminha de leite. Ao ler, você deve estar pensando a razão de tantos detalhes em uma tarefa tão simples e rotineira e o máximo que eu posso falar é que por mais que eu saiba os meus erros eu insisto em repeti-los.

A parte que mais exigi de mim é agora, quando eu tenho que colocar açúcar, tentando não derrubar, e em seguida mexer o café com leite, toda a calma do mundo e atenção não são o suficiente para completar com perfeição, e um erro aqui será o mais desastroso, pois como já está adoçado tudo que sujar ficará melado e a limpeza dolorosa. Para finalizar eu só preciso levar a xícara ao meu quarto subindo 16 degraus com a maior estabilidade possível. Por que será que a minha escada está sempre suja e melada?

Um macaco treinado faria isso melhor que eu, a não ser que eu o treinasse.

Robert Fagot.

•Abril 5, 2008 • 2 Comentários

Recebi o vídeo de um amigo chamado Igor e sai repassando por aí para que mais pessoas pudessem rir também, com isso uma série de piadas surgiu.

O Lucas chegou à conclusão de que os pais botaram esse nome nele com o intuito de se divertir com a desgraça do filho. Já eu e o André começamos uma série de piadas envolvendo situações da vida dele:

-Hello girl, you’re very pretty, by the way my name is Robert Fagot.

E se ele brincasse de james bond?

-I’m Fagot, Robert Fagot.

Situações aleatórias:

-Congratulations, Mr. Fagot, you just got a new job!

-Hey, who is that guy? –Oh he’s Mr.Fagot.

-FAAAAGOOOOOT!!!!! You forgot your wallet!

-The good old Bob Fag!! What’s up?!

Imagino nosso caro Robert postando em algum forum supervisionado contra o uso de palavrões:

-Nice to meet you guys. I’m Robert *****.

Bom, não achei nada mais engraçado a adicionar, espero que seja o suficiente.

Fio da meada.

•Abril 3, 2008 • 5 Comentários

 

Por: Leonardo

Acordei um belo dia e notei que o computador, na minha frente, estava ligado. Levantei-me e lembrei que não o havia desligado para continuar um download, com isso o MSN também estaria aberto e naturalmente no ocupado (99% do tempo esse é o meu status, embora 95% desse tempo eu não esteja realmente ocupado). Liguei o monitor e vi algo em torno de três mensagens, li cada uma com o devido respeito e uma delas me chamou mais a atenção: vinha de um amigo meu chamado André cujo nick é Immortal, nela ele me falava para notar no orkut que no canto superior esquerdo estava escrito “Yogurt”. Isso me lembrou do meu antigo nick para “geek activities” que era “Master Yogurt”, um personagem inspirado em Yoda de Star Wars no filme SpaceBalls. O nome do filme me remeteu a frase “Balls of steel” mundialmente propagada pela voz de Duke Nukem (um personagem de jogos famoso nos anos 90). Nuke me levou a bombas atômicas (palavra que designa nuclear) me lembrando quando as bombas foram lançadas em Hiroshima e Nagasaki no Japão. Após ver o filme Pearl Harbor li sobre esses dois ataques nucleares e fiquei comparando as mortes feitas pelos japoneses a retaliação norte-americana (3000 morreram no ataque japonês e 250 000 morreram no ataque dos Estados Unidos). Por alguma razão americanos me lembram Big Mac e isso me faz pensar em problemas cardiovasculares e ataques cardíacos que afetam o órgão do amor. Amar me leva a sexo, aí que eu me lembro de uma amiga me falando sobre o livro “O Doce Veneno do Escorpião” escrito pela Bruna Surfistinha. Foi quando começou o problema, pois eu pensei em pornografia.

Todos nós devemos saber a hora de parar, chegou a minha.

Reflexões refletidas.

•Abril 2, 2008 • 5 Comentários

Por: Leonardo

Refletindo sobre mim e o mundinho a minha volta eu cheguei a um assunto interessante, pois além de demonstrar que eu possuo muito tempo ocioso em minhas mãos também é útil (para mim). Onde eu me encaixaria como um homem heterossexual? Metrossexual? Uberssexual? Normal? Hobossexual? Devo acima de tudo ressaltar o HETEROSSEXUAL, sim, não sou homossexual (not that there’s anything wrong with that), esclarecemos isso então.

Um cara metrossexual é aquele que cuida de sua aparência como se ele fosse uma mulher, já o ubersexual seria uma tentativa homofóbica de impedir que os metrossexuais fossem tão “gays” criando o homem perfeito e sem dúvida heterossexual. O homem normal se preocupa em se arrumar quando necessário, mas não exagera para cirurgias plásticas, tratamentos estéticos e cuidados diários. E por ultimo e não menos importante o hobossexual é um homem que se preocupa tanto com sua aparência quanto um vagabundo, como o próprio nome diz (hobo significa vagabundo em inglês).

Analisando todas essas possibilidades eu com certeza não posso ser presunçoso ao ponto de me considerar ubersexual, eu diria que eu sou normal com uns toques metrossexuais (that sounded so gay, not that there’s anything wrong with that), eu poderia entrar em detalhes, mas daí o meu sensor de aranha contra possíveis piadas com a minha pessoa dispara e eu me contenho a só colocar este ponto final.

Com isso tudo eu gostaria de chegar ao momento que eu falo que cultivar uma barba e uma aparência de vagabundo é uma delícia! E novamente sou atacado pela frase “tudo que é bom engorda” é claro que teríamos de modificar a frase sem mudar o sentido para “tudo que é bom te deixa feio”. Claro que isso sou eu que estou falando sobre a minha barba no meu rosto, coisas que simplesmente não combinam.

Ao ler isso você agora sabe coisas que não precisava sobre uma pessoa com muito tempo livre.

 

Neosaldina e Activia.

•Abril 2, 2008 • 2 Comentários

Por: Leonardo

Nas ultimas semanas, tentando encher o vazio de minha vida, comecei a assistir a Two and a Half Men e Friends todos os dias na Warner Channel, ficando ocupado das 19h às 21h. Foi quando reparei em dois comerciais muito perturbadores, que agora serão descritos.

O primeiro é um da Neosaldina, remédio para dor de cabeça. Começa com a foto da cara de uma mulher em um corpo pequeno, e conforme ela fala a foto muda de ângulos e mexe a boca – que por sinal é anormalmente gigante – como uma animação japonesa, conhecida pelo seu corte de gastos. Só essa imagem já deve te agoniar o suficiente para querer trocar de canal no momento do comercial, atitude que eu tomo sempre que necessário, mas o pior é que não para por aí. Para se referir ao produto a mulher cabeçuda, de boca gigante e de animação falha fala “Neosa”, olha como são inteligentes porque é o início do nome do remédio Neosaldina, sim eu estou rindo também. Vai uma Neosa aí?

O segundo é um da Activia, um iogurte cheio de fibras que promete regular o seu intestino. O comercial é extremamente longo e consiste em vários depoimentos de pessoas de idades variadas sobre como estão defecando regularmente após tomar Activia, e devo ressaltar que a minha utilização da palavra defecar não degrada tanto o produto quanto o que acontece nesse comercial. Vou agora tentar reproduzir algumas falas:

- Com Activia agora meu intestino funciona regularmente.

- Sem estresse e sem barriga inchada.

- Agora é só sentar e ‘POP!’, hihihihi.

Imaginem esse último comentário feito por uma velhinha. O que infelizmente me lembrou de um antigo truque ensinado por um amigo de como controlar ereções indesejadas, é só pensar: Velha feia cagando.

Bom, pensando mais claramente, vejo que os comerciais cumpriram seus papeis de me induzir a comprar o produto, pois agora preciso de uma Neosaldina para minha dor de cabeça e me desestressar tomando vários potes de Activia.